Eu me chamo Stefânia Masotti…

…uma aspirante a várias coisas, respirante do jornalismo.

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Venezuela Parte 3: a Isla Margarita

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[Continuação de "Venezuela Parte 2: a chegada e dicas sobre o câmbio"]

Nosso primeiro destino na Venezuela foi a Isla Margarita. As imagens do Google nos impressionaram. A ilha é mesmo paradisíaca. Para chegar lá, pegamos um avião da Conviasa para Porlamar – capital da ilha. Compramos as passagens pela internet [lembre-se: o nome do aeroporto de Caracas é Maiquetia] e com algumas horas sobrando entre a nossa chegada em Caracas e a nossa ida a Margarita, para não haver problemas caso o vôo do Brasil atrasasse. Deu certo e recomendamos que façam isso. O vôo para Margarita é um vôo nacional, então fomos para a ala Nacional do aeroporto (parece óbvio, mas como não sabíamos que o aeroporto tinha duas alas, ficamos rodando uns 30min até descobrir isso). Tem que andar uns 100m entre um e outro, se a mala estiver pesada isso pode ser complicado, pois você não pode utilizar carrinhos entre um e outro (esta informação deve ser verificada, pois não achamos nenhum carrinho e também não vimos ninguém transitando de um aeroporto a outro com carrinho – o que nos fez chegar a essa conclusão).

A fila do chekin da Conviasa [uma companhia aérea estatal de lá] era pequena, mas foi bem demorada, ficamos uns 45 minutos para atenderem a umas 10 pessoas. Importante: em todos os vôos da Venezuela, você deve pagar uma taxa de embarque para o governo e esta taxa nunca está inclusa nas passagens. Portanto, após o check in fomos pagar a tal da taxa. Detalhe: a gente não sabia que tinha que pagar esta taxa, mas olhamos uma fila perto da porta de embarque e suspeitamos, pedimos informação e nos foi confirmado. Para vôos nacionais a taxa é de 32,5 BSF, já para vôos internacionais é de 162 BSF [preços de setembro/2010]. Pagou a taxa e pronto, pode embarcar.

No aeroporto de Maiquetia não há muitas opções de comidas e lojas do lado de fora do embarque, mas na área de embarque há muiiiiitas opções. Isso tanto na parte nacional, como na internacional do aeroporto. Mas é importante frisar que nem sempre isso se aplica, no aeroporto de Porlamar, por exemplo, isto não ocorre. O aeroporto é pequeno e sem muitas opções.

O vôo da Conviasa atrasou tanto para ir para Isla Margarita como para voltar. Uma média de 1h de atraso. Descobrimos depois, em conversas, que é comum os vôos da Conviasa atrasarem. Fique perto do portão de embarque, pois nem sempre é anunciado no microfone que o embarque começou, costuma ser no grito mesmo. Se não estiver atento, tchau tchau.

Chegamos tarde na ilha e pegamos um táxi oficial para ir ao hotel. Muito cuidado com os táxis, pois na Venezuela qualquer carro pode colocar um adesivo de “taxi” no vidro da frente e se chamar de taxi. Reforçando o que eu já disse, sempre observe se o carro tem placa de taxi em cima, adesivo na lateral do veículo e se o motorista usa uniforme. Isto se aplica a grande maioria dos taxis oficiais. Geralmente eles tem uma tabela com os preços dos principais destinos, mas sempre dá pra tentar negociar. Você está na Venezuela, onde tudo se negocia, por mais que muitas vezes as pessoas sejam ruim de jogo e não cedam nenhum centavo. Mas tente reduzir o preço, sempre há a possibilidade de você conseguir. Pagamos cerca de 150 BSF pra ir do Aeroporto de Porlamar até o hotel Isla Caribe, em Playa El Tirano, queriam nos cobrar mais, mas negociamos e eles reduziram uns 20 BSF da tabela. O aeroporto fica meio longe de tudo, como costuma ser na maioria das cidades, por isso sempre reserve uns 200 BSF para o trajeto, com essa quantia você pode ficar tranquilo de que terá como ir ou voltar do aeroporto.

Geralmente eles aceitam dólar para pagar tudo, mas não recomendo que faça isso, pois costumam cobrar a taxa de câmbio oficial do dia, que geralmente é metade do câmbio paralelo. Mas se você não conseguir trocar dólar no aeroporto mesmo, pergunte ao taxista se ele faz câmbio, é comum eles fazerem.

A Isla Margarita tem muitos resorts. Ficamos no Isla Caribe por uma questão de facilidade: conseguimos duas diárias pela BancorBrás [que é tipo um consórcio de diárias de hotel] e este era um dos hotéis disponíveis. [veja sobre comentários sobre o hotel no TripAdvisor e mais informações neste site] A diária do resort inclui todas as refeições e todas as bebidas disponíveis no hotel. Aliás, que refeições e bebidas são essas? Muiiiiiiiiiito boas!!! Nas refeições: em todas havia alguma comida típica, é um bom jeito de experimentar sem doer o bolso e nem passar fome, caso não goste; no café da manhã sempre tem sucrilhos (venezuelanos amam milho), no almoço e na janta sempre tem alguma opção de peixe; além disso, há a opção de lanche – cachorro quente ou hamburguer – para o almoço e para a janta, fica em um ambiente separado, mas próximo do restaurante; o hotel sempre disponibiliza deliciosos molhos para acompanhar as refeições, super recomendo passar no pão, na carne, no hamburguer, adorei!!! Nas bebidas tem vários drinks disponíveis, todos com versões com e sem alcool; recomendo o Cocada (sem alcool) e sua versão alcóolica, a Cocada Loca, além do Daiquiri; tem também cerveja Polar Venezuelana, uma cerveja que me lembrou a Heineken holandesa; os drinks são servidos no bar da piscina a toda hora (desde umas 9h até bemmmmm tarde da noite) sempre em copos de plástico e bem fresquinhos.

O Hotel Isla Caribe da Isla Margarita estava bem cheio porque em setembro é o final das férias escolares de verão na Venezuela. Nada que tenha nos atrapalhado. O hotel disponibiliza toalhas para a piscina que podem ser levadas à praia também. Pegue as toalhas bem cedo, assim que abre (umas 9h), pois depois vai ser difícil de você conseguir uma toalha. O hotel também disponibiliza barracas (tipo guarda-sol) e cadeiras para a praia, mas ou você chega cedo (às 9h) ou você espera a sorte de alguém sair quando você chegar. Nas cadeiras da piscina, a mesma coisa. Tem uma regra no hotel que diz que não pode reservar cadeira com toalha, mas vimos muitas pessoas fazendo isso. E como todo mundo respeitava os lugares reservados, então respeitamos também, ainda que contra nossa vontade, claro. Se você ficar onde fica todos os hóspedes, ali nas áreas do hotel, você está seguro. Pode ir pra água e deixar a bolsa na cadeira que ninguém vai mexer. Claro, não dê mole, não deixe câmera exposta, nem a bolsa super à vista, amarre ela na cadeira com as alças e deixe ela do lado da cadeira. A água quando fomos tinha muitas algas neste trecho da praia, mas percebemos que isso varia muito de acordo com o dia (coisa das marés e cia). Pessoas oferecem passeios na praia para ir a outras ilhas, mas o hotel recomenda fazer com os agentes autorizados que ficam na recepção do hotel. Lemos muito bem a respeito de Los Roques, o passeio saía bem cedo, às 7h, e voltava de noite, às 18h. A maioria dos passeios é de dia inteiro, porque as ilhas ficam um pouco distantes – pelo que nos explicaram. Como ficamos pouco tempo na ilha, apenas 2 dias, não conseguimos fazer um passeio. Estes ficaram para a próxima, quem sabe?

O mar caribenho é um espetáculo à parte: a água é de um azul transparente fantástico. A temperatura da água é super agradável, um morno refrescante. A água é bem salgada, mas não chega a arder muito os olhos – só um pouquinho, naturalmente. Visitamos a Praya El Tirando (Praia O Tirano), pois era a praia onde o hotel Isla Caribe se localizava e tinha todas as facilidades de acesso (bastava atravessar a rua) e de estadia (com guarda-sol e cadeiras à disposição, num clima de muita tranquilidade).

É importante frisar que falar de tranquilidade ne Venezuela é sempre relativo: é preciso estar atento sempre. Seja aonde você estiver, fique atento. Não dê mole, evite carregar a bandeira de turista, se familirize ao máximo e o mais rápido possível com a cultura de negociação e a língua espanhola no sotaque venezuelano. O sotaque, por sinal, é pouco acentuado, nada muito gritante como os argentinos, por exemplo. Um nativo de língua espanhola talvez saiba identificar melhor essas diferenças, claro.

Além do mar caribenho, outro atrativo da Isla Margarita são as compras: a ilha é zona franca, livre de impostos e os produtos são muito baratos. Muito baratos mesmo. Aproveite bastante, é A hora de fazer as compras na viagem. Existe uma rua no centro de Porlamar, a Rua 4 de Mayo, com muitas lojas de grife com preços bem atraentes por conta de ser zona franca. Lógico que não é tão atraente e vantajoso quanto comprar nos outlets dos EUA, mas leve anotado alguns preços de tênis, celular, bebida, perfumes e o que mais lhe interessar, alguns produtos valem mesmo a pena.

Outra característica interessante na ilha são as obras de arte ao longo de uma Avenida que leva o nome de uma das heroínas da independência (não me recordo o nome exato…). São várias obras interessantes, uma pena que ali é difícil de parar para admirá-las, mas é um excelente presente entre uma ida e outra à cidade.

[Continua em "Venezuela Parte 4: Caracas!!! (em todos os sentidos!)"]

Venezuela Parte 2: a chegada e dicas sobre o câmbio

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[Continuação de "Venezuela Parte 1: a preparação (ou onde conseguir informações para uma viagem)"]

Chegamos em Caracas
no final da tarde de um domingo. Ao chegar todos devem passar pela migração. É um procedimento simples e rápido, ainda que a fila possa assustar (chegaram uns 3 vôos além do nosso). Você pode pegar qualquer fila, o importante é ir pra o atendente que tenha escrito “estranjero” (estrangeiro) na frente. E este é apenas um procedimento de entrada, você não precisa desse papel para sair do país. Portanto, se você o perder, não tem o menor problema. (Esta informação é importante, pois pode evitar que você tenha que ir ao consulado e á migração para obtê-la) Depois da migração você pega a sua bagagem. Algumas pessoas já te abordam ali para fazer o câmbio de dólares por bolívares. Em todos os lugares que lemos nos recomendaram ter muito cuidado com essas pessoas, quase sempre não são confiáveis. Na dúvida, diga não. Para pegar a bagagem é bem simples: você vai e pega a sua bagagem ali. Não há nenhuma conferência. Depois você tem que preencher um formulário declarando o que carrega na bagagem, além dos seus dados. É um formulário simples, basta preencher e entregar antes do raio X de saída. Feito isso, pronto, você entrou na Venezuela.

O câmbio funciona um pouco diferente na Venezuela. É assim: o câmbio oficial paga 4 BSF (Bolívares Fuertes – a atual moeda da VEN) por 1 dólar. Já no câmbio paralelo (ou negro) a taxa fica de $1 pra 7 BSF, no mínimo [cotação de setembro/2010]. Não compre bolívares por menos e sempre tente negociar para mais.

Explicando: esta diferença de câmbio acontece porque na Venezuela as pessoas tem que declarar para que vão usar os dólares, o que torna o acesso a esta moeda muito difícil, por isso muitos venezuelanos fazem câmbio de dólares por bolívares, e por isso eles pagam bem mais que o câmbio oficial. Outro motivo para esta diferença, que eu não entendo muito bem, é a política do Chávez (talvez o Vitor Taveira, um apaixonado especialista em América Latina, possa lhe explicar melhor).

Seguimos recomendações para fazer o câmbio na lojinha da AVIS no Aeroporto Internacional (o aeroporto de Maiquetia tem duas partes, a nacional e a internacional, que ficam no mesmo lugar, mas em prédios separados). Conseguimos por 8,0 BSF, foi uma das melhores taxas que conseguimos. Nas outras vezes, trocamos com taxistas (que nos ofereceram e fizeram uma boa taxa) e no hotel (depende do hotel).

Em geral é fácil trocar, mas você deve ficar atento, MUITO atento. Algumas dicas para fazer o câmbio na Venezuela: anote o número de cada cédula de dólar que você trocar, se possível leve uma fotocópia delas, é importante que vejam que você tem o registro delas, isso ajuda em caso de furto ou algo do tipo; não faça o câmbio no aeroporto com aqueles caras que oferecem logo na saída, a maioria não é confiável – como todos dizem; de preferência, faça o câmbio com algum conhecido de lá; se não tiver nenhum conhecido, procure lugares confiáveis, como lojas, hotéis e taxis oficiais (taxi oficial = placa em cima + adesivo na lateral + motorista de uniforme); nunca aceite notas muito baixas, elas são mais fáceis de enganar (pela quantidade) e de serem falsificadas, por isso sempre peça notas de 50 e 100 BSF, é melhor também porque você fica com um bolo de notas bem menor no bolso; sempre fique muito atento nesta hora, confira nota por nota se está certo; confira com as notas esticadas, nunca com elas dobradas (notas dobradas podem ser repetidas e você nem perceber, aí conta duas quando na verdade é uma nota); se estiver acompanhado, combine que uma pessoa vai negociar e outra vai ficar observando TUDO ao redor (as malas, as bolsas, a presença da polícia, o movimento atrás da pessoa, como o cambista está fazendo o câmbio, enfim, ficar de olho para qualquer movimento estranho); nunca faça o câmbio perto da polícia, por mais normal que o câmbio paralelo possa ser, ainda é uma atividade ilegal. Seguindo estas dicas e ficando sempre atento, não tem problema. Trocamos o dinheiro algumas vezes, e somente uma vez o cara (da AVIS) quis nos dar muitas notas de 10 BSF, pedimos para trocar e tudo bem. Sempre deu certo, então, não se preocupe, apenas siga estas recomendações.

[Continua em "Venezuela Parte 3: a Isla Margarita"]

Venezuela Parte 1: a preparação (ou onde conseguir informações para uma viagem)

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Pessoal,
hoje vou postar sobre uma viagem que fiz à Venezuela. Dividi o texto em 3 partes porque a idéia é passar o máximo de informações sobre este país tão falado pelo seu presidente e as polêmicas que o envolvem, mas pouco comentado sobre o seu turismo.

Quem tiver alguma dúvida ou curiosidade, pode entrar em contato comigo, estou à disposição.

Agora chega de papo e vamos simbooooooora conhecer a Venezuela!

Parte 1: a preparação (ou onde conseguir informações para uma viagem)

Vá aonde ninguém foi, descubra com seus próprios olhos o que ninguém viu, veja a realidade que lhe parece impossível… mas vá, veja e sinta. Mesmo que você se desespere e volte correndo pra casa, o sabor da volta pode compensar toda e qualquer decepção. Esse é o espírito que deve reinar em qualquer decisão que se tome na vida, mas principalmente quando você decide viajar. É um espírito melhor demonstrado e explicado nas palavras de Amyr Klink, no famoso “Um Homem Precisa Viajar”, e no filme “Into The Wild” do Sean Penn. Talvez eu tenha muito o que aprender ainda com esses famosos, mas trago hoje aqui algumas dicas e reflexões sobre minha curta passagem pela Venezuela.

Primeiramente, escolhemos a Venezuela por um simples motivo: era um dos poucos destinos que estavam disponíveis na promoção de milhas (poucos = destinos que minha amiga não conhecia ainda). Uma breve pesquisa no Google e pronto: ela queria o caribe venezuelano e eu o maior museu da América Latina. E assim, depois de alguns trâmites aqui e ali, estava decidido que íamos à Venezuela.

A preparação para a viagem foi rápida e intensa: em 1 mês tínhamos, eu e minha parceira nesta viagem – Rúbia Silveira de Almeida, que achar o máximo de informações possíveis sobre a Venezuela, uma tarefa que descobrimos ser um tanto difícil.

Para conhecer um pouco sobre o país pesquisamos no WikiTravel, no LonelyPlanet, no CouchSurfing, no Mochileiros.com, no Orkut, no Wikipedia e todos os sites de viagens mais famosos. Também mandamos e-mails para amigos que já viajaram pela América do Sul. Também buscamos em blogs de mochileiros e viajantes. E aí vieram as primeiras surpresas: os sites tinham pouquíssima informação – se comparado a qualquer outro país; nenhum dos nossos amigos conhecia a Venezuela – incrível pois muitos conheciam quase todos os outros países da América do Sul, menos este. O que nos salvou mesmo foram os blogs, onde encontramos alguma informação, não muita, mas alguma (lista dos melhores no final do post). Outra salvação foi o site que eu considero hoje o melhor para quem gosta de viajar: o http://www.bumblehood.com/. Ele é no estilo Wiki de colaboração, mas bem melhor organizado e bem mais completo do que todos os sites citados. Ah, ele é em inglês. [Recomendo que quem não entende muito de inglês use o navegador Google Chrome que já vem com tradutor automático e sempre oferece ele quando identifica que o site está em outra língua que não a sua] Além disso, achamos um guia do LonelyPlanet sobre a Venezuela. Detalhe: havia poucas unidades desse guia numa grande rede de livros brasileira e só tinha em inglês. Mas tinha, então compramos. Por fim, reunimos um bocado de informações e fomos simbora pra Venezuela.

Dicas de links:

– Sobre Los Roques [uma das ilhas do caribe venezuelano] (em espanhol): http://www.travelblog.org/South-America/Venezuela/Insular/Los-Roques/blog-274890.html
– Sobre Los Roques (em português): http://viagem-losroques.blogspot.com/
– Mais sobre Los Roques (em português): http://www.omorrodesaopaulo.com.br/2009/12/los-roques-dicas-e-informacoes-uteis/
– Sobre Isla Margarita [outra ilha do caribe venezuelano, onde fomos]: http://blog.ademar.org/2007/viagem-manaus-margarita-o-buraco/
– Mais sobre a Isla Margarita (em espanhol): http://dulcemargarita.com/wb/pages/es/como-llegar.php
– Sobre a Venezuela no Bumblehood [onde tem mais informações] (em inglês): http://www.bumblehood.com/en/article/e13609e8990c102b88e150
– Blogs sobre viagem: http://www.delicious.com/smasotti/viagem-blogs
– Sites sobre turismo: http://www.delicious.com/smasotti/turismo
– Acabei de conhecer (graças a este post!) o blog da Giovanna Castellao, uma brasileira que mora na Venezuela e promove o turismo na Isla Margarita. Vale a pena conferir: http://www.welcometomargarita.blogspot.com/

Estes foram os links que lembramos agora. Quem tiver mais para indicar, coloque aí nos comentários :)

[Continua em "Venezuela Parte 2: a chegada e dicas sobre o câmbio"]

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